YetGo na imprensa: expansão nacional e mobilidade urbana
A YetGo representa uma etapa histórica da trajetória de Jailson Ferreira da Silva e do ecossistema empresarial ligado ao Grupo JBG3 no setor de tecnologia e mobilidade urbana. Em 2017, diversos veículos regionais e nacionais registraram a expansão da plataforma por diferentes cidades brasileiras.
Rio Grande do Sul: GZH registra expansão da plataforma
Em fevereiro de 2017, a GZH publicou matéria sobre a chegada e expansão da YetGo no Rio Grande do Sul. A reportagem identificou Jailson Ferreira como sócio fundador e registrou a estratégia de crescimento da empresa naquele período.
Mato Grosso: Diário de Cuiabá
Em 10 de janeiro de 2017, o Diário de Cuiabá publicou a reportagem “Concorrente do Uber já funciona em Cuiabá”. O texto citou Jailson Ferreira como diretor-executivo da YetGo e apresentou dados da expansão local da plataforma.
Rio Grande do Norte: operação em Natal
Em janeiro de 2017, o Agora RN registrou o início das operações da YetGo em Natal e comparou o serviço com outras alternativas de transporte disponíveis naquele momento.
Jornal do Comércio testa a YetGo em Porto Alegre
Também em janeiro de 2017, o Jornal do Comércio incluiu a YetGo em um teste comparativo de aplicativos de transporte individual em Porto Alegre.
Outras matérias de 2017
- G1 Bahia — rival do Uber tem maior número de downloads na BA e quer elo com táxis
- FolhaMax — concorrente do Uber já funciona em Cuiabá
- RDNews — Yet Go opera em Cuiabá e busca parceria com táxis
- BA de Valor — YetGo começa a operar em São Paulo
- Jornal do Comércio — entrevista “Yet GO: não queremos brigar com o táxi”
Registro do vínculo histórico com o Grupo JBG3
Material institucional da própria YetGo publicado à época registrou o Grupo JBG3 entre os grupos investidores da plataforma. Essa referência ajuda a contextualizar a presença do grupo no ecossistema de tecnologia e mobilidade daquele período.
Nota histórica: Jailson Ferreira da Silva foi sócio fundador da YetGo durante o período de expansão documentado pelas reportagens de 2017. A empresa foi posteriormente vendida, e essa participação deve ser compreendida como um capítulo histórico de sua trajetória empresarial, sem vínculo societário ou operacional atual.
Veja também: Case histórico: inovação brasileira em mobilidade urbana.

